Que petulante és, coração
Que não acata ordem superior;
Que bate em sentido quando não deve
E muda agora o até então sedutor.
Para uns tu és um asno, coração
Por acreditar ainda na existência do amor
Mas pra mim és petulante, indigno e malvado
Um bobo, um louco apaixonado
Umas vezes caldeirão enfeitiçado
Mas tantas outras, pote raso
que às sombras do marasmo
transborda na secura da dor
Willyanne Priscilla & Ewerton Oliver
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